Você é um ano que está sendo tão aguardado. Que você traga abundância, saúde, sabedoria e sonhos realizados. Um ano novinho em folha, para eu seguir escrevendo nas páginas da minha vida. O 2026, que vivia no coração daquela menina de 17 anos, que escrevia esse blog, chegou (tá quase, mas já é 2026 em algumas parte do Mundo 🌍). O ano, em que ela completaria 30 anos de idade, que frio na barriga, 2026. É aquele algo entre ser jovem para ser velha e velha para ser jovem. Os últimos Millennials, agora será 30, redondo, para todos de 1996. 2026 e 3 anos de São Paulo. (A menina de 2013, que estudou e se dedicou tanto, estaria sim, muito orgulhosa de mim, e eu te prometo, ainda estou dando o meu melhor para realizar nossos sonhos). Deus, obrigada por ter cuidado de mim tão bem, como sempre. Obrigada por ter permitido e permitir que eu prove o lado salgado da vida (ah, Bahia!) 🌊, e que meus dias, sejam doces, obrigada por tanta proteção, obrigada por ter seu amor de Pai. Agora, hora de...
Um suéter vermelho. Um dia de natal. Uma dança na rua. Dias, que jamais vivi igual. Sinto sua falta, mais do que o normal. De madrugada, eu te procuro, ouço Billie Jean, e todas as outras músicas que podem falar sobre amor. O amor que eu não tenho. Tenho quase tudo. Você é a parte que falta. Podem ser os dias mais lindos, a saudade ainda vai existir em mim. Então o destino me ensina, que fracassar é preciso, mesmo que ainda eu não aceite, ainda mesmo que meu coração chore, tenho fé que daqui alguns anos, a sua ausência, essa dor, melhore. De todos os seus traços me prendo sempre ao sorriso, olho, lembro, paraliso, ele era uma amostra sutil do paraíso. Hoje, eu ando confusa, estragada, desengonçada, o Google não pode me ajudar, já olhei no mapa, não tem como te encontrar. Só há lágrimas, muitas lágrimas, para eu suportar. Antes que me acusem de mais uma vítima da dependência emocional, do apego, preciso contestar, porque mesmo que seja óbvio o que eu vou dizer agora, vale apena refo...