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Mostrando postagens de março, 2019

Querido, 2026!

  Você é um ano que está sendo tão aguardado. Que você traga abundância, saúde, sabedoria e sonhos realizados. Um ano novinho em folha, para eu seguir escrevendo nas páginas da minha vida. O 2026, que vivia no coração daquela menina de 17 anos, que escrevia esse blog, chegou (tá quase, mas já é 2026 em algumas parte do Mundo 🌍). O ano, em que ela completaria 30 anos de idade, que frio na barriga, 2026. É aquele algo entre ser jovem para ser velha e velha para ser jovem. Os últimos Millennials, agora será 30, redondo, para todos de 1996. 2026 e 3 anos de São Paulo. (A menina de 2013, que estudou e se dedicou tanto, estaria sim, muito orgulhosa de mim, e eu te prometo, ainda estou dando o meu melhor para realizar nossos sonhos). Deus, obrigada por ter cuidado de mim tão bem, como sempre. Obrigada por ter permitido e permitir que eu prove o lado salgado da vida (ah, Bahia!) 🌊, e que meus dias, sejam doces, obrigada por tanta proteção, obrigada por ter seu amor de Pai. Agora, hora de...

Coração Português

O outono começa hoje aqui no Brasil, em Portugal amanhã nasce a primavera, mas eu só queria contar uma história, a temperatura não importa. Desbravamos lonjuras, perfumes e sabores para ter um coração para chamar de lar, ainda que o mar se imponha a impedir qualquer toque, ainda que eu queira partir, o meu coração insiste em ficar e esperar uma chance, que só existe dentro de mim. Agora que escrevo, uma banda portuguesa canta para eu seguir em frente, que quando partimos não devemos voltar, porque a vida é feita de novos desafios sempre, e eu vejo, e eu não discordo, que sempre há um novo dia seja no outono ou na primavera para recomeçar. Me sinto constantemente triste, mesmo sem dever, e então sigo o meu caminho, partindo da ideia de que crescemos, que amamos coisas que jurávamos anos antes nunca amar, que conhecemos novas fragrâncias de perfumes, que a esperança renasce assim como a força dos corações portugueses que adentravam em navios em busca do desconhecido por uma vi...

O nosso próprio caminho

Quando trilhamos o nosso caminho, muitas vezes, ainda somos imaturos demais para percebermos que estamos começando uma jornada de descobertas, que nossas escolhas implicarão em consequências e que muitas vezes no meio do caminho sentiremos duas grandes vontades: a de voltar atrás e a de desistir, e essas duas opções, simplesmente não nos são dadas, como em um jogo de tabuleiro não podemos realocar as peças em seus devidos lugares, zerando o jogo e lançarmos os dados outra vez. A verdade é que precisamos mudar nosso ponto de vista, enfrentarmos melhor os nossos medos que são criados ao longo da caminhada e assim, mudaremos o rumo de nossos passos. A consciência do que somos, do que estamos fazendo e do que queremos é a resposta para não nos sentirmos tão perdidos. Porque sozinhos, de alguma forma, precisaremos nos acostumar com essa solidão, o nosso caminho é personalíssimo e intransmissível (como seria dito no Direito), é cada um por si e ponto. O auxílio espiritual, de certo, nun...

Não repare a bagunça, a minha vida está em reforma.

Esses dias navegando internet afora, acabei indo pesquisar sobre a vida da cantora Maysa e em um documentário sobre sua vida, me deparei com a seguinte frase dita por ela: " se a gente se repete as coisas, mesmo aquelas que pertencem à nossa própria fé ou à nossa própria esperança, essas coisas começam a morrer e como! Então já não é possível dizer sempre as mesmas coisas, ainda que elas sejam tão importantes". Dizeres profundos, ditos com simplicidade e que realmente fazem a diferença. A mudança é a única constante, e eu estou passando sim, por um momento de reforma íntima, não porque eu quero, mas porque a mudança apenas se fez, se instalou aqui, mudou todas as minhas respostas, bagunçou minhas crenças, questionou o meu ser, o lado soberano de todo ser humano. E agora tudo que eu tenho tentado fazer é viver um dia de cada vez, porque estou quase me formando na faculdade, a pressão com monografia está gigantesca, e entre crises de choro e noites insones, eu pude des...